Brasileira Inocentada Passa 9 Meses Na Prisão Na Itália

18 May 2019 05:54
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<p>Acusada de tr&aacute;fico internacional de drogas, a brasileira Elaine Ara&uacute;jo Silva esteve 9 meses detida e outros 3 meses em pris&atilde;o domiciliar na It&aacute;lia, antes de alcan&ccedil;ar ratificar a sua inoc&ecirc;ncia. 9 anos depois da senten&ccedil;a de absolvi&ccedil;&atilde;o, ela ainda sofre com crises de depress&atilde;o e ataques de p&acirc;nico, doen&ccedil;as que tiveram in&iacute;cio ao longo do per&iacute;odo de reclus&atilde;o e que a obrigaram a deixar o emprego.</p>

<p>Ap&oacute;s a pris&atilde;o passei a ter horror mesmo em circunst&acirc;ncias normais de vida cotidiana. At&eacute; hoje preciso de acompanhamento farmacol&oacute;gico e psiqui&aacute;trico', diz em entrevista &agrave; BBC Brasil a recifense de quarenta e dois anos. A depress&atilde;o a impediu at&eacute; mesmo de requisitar o ressarcimento previsto pelo Estado italiano em casos de pris&atilde;o injusta. Elaine estava devastada psicologicamente.</p>

<p>Mesmo tendo sido aconselhada a requisitar a repara&ccedil;&atilde;o por injusta deten&ccedil;&atilde;o, ela s&oacute; queria esquecer toda aquela hist&oacute;ria. N&atilde;o pod&iacute;amos agir sem o seu consenso', conta &agrave; BBC Brasil o advogado da brasileira, Piero Venture. O valor atual calculado na lei italiana pra esta indeniza&ccedil;&atilde;o &eacute; de 235,82 euros por cada dia de reclus&atilde;o e 177,noventa e um euros para cada dia de pris&atilde;o domiciliar consideradas injustas.</p>

<p>Se tivesse feito a solicita&ccedil;&atilde;o dentro do prazo de dois anos depois do tr&acirc;nsito em julgado da senten&ccedil;a de absolvi&ccedil;&atilde;o, muito eventualmente ela teria recebido esta indeniza&ccedil;&atilde;o', afirma Venture. O tormento de Elaine teve in&iacute;cio em sete de junho de 2008, ap&oacute;s uma noite normal de servi&ccedil;o como gar&ccedil;onete numa discoteca pela cidade de Rimini.</p>

<p>Cheguei em resid&ecirc;ncia por volta das 3h da manh&atilde;. Tentei abrir a porta, por&eacute;m ela estava fechada por dentro. Antes que eu tocasse a campainha, um mo&ccedil;o que eu nunca vira me abriu a porta. 19 Regras &quot;Infal&iacute;veis&quot; Pro Sucesso e fui diretamente ao quarto da m&atilde;e da amiga com a qual eu morava, pra perguntar quem era aquele homem. No dia seguinte, Elaine foi determinada por policiais armados. Perturbada, vestiu-se &agrave;s pressas e foi acompanhada at&eacute; a sala onde estavam a amiga, a m&atilde;e dela, e o menino que lhe abrira a porta, todos cidad&atilde;os dominicanos. Atitudes Pra Ocupar Um Homem Moderno , portanto, que o jovem chegara da Espanha no dia anterior, trazendo c&aacute;psulas de coca&iacute;na no est&ocirc;mago.</p>

<p>Elaine foi levada pra delegacia pr&oacute;ximo com a m&atilde;e da amiga, uma senhora idosa que estava na It&aacute;lia pra passar uns dias com a filha, sempre que os outros dois acusados foram acompanhados em outra viatura. A press&atilde;o psicol&oacute;gica dos policiais era amplo. As acusa&ccedil;&otilde;es e os termos usados por eles me deixaram desesperada.</p>
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<li>7 de mar&ccedil;o de 2014 &agrave;s 20:Trinta e tr&ecirc;s</li>

<li>90- EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da prosperidade</li>

<li>doze de dezembro de 2016 &agrave;s 13:Quarenta e tr&ecirc;s</li>

<li>tr&ecirc;s - na fam&iacute;lia</li>

<li>vinte e oito de setembro de 2016 &agrave;s 7:56</li>

<li>Pol&iacute;tica no brasil</li>

<li>Que ela o respeito (Um exemplo negativo - dois Sm 16:6-23)</li>

<li>Como Encostar a Poss&iacute;vel Namorada</li>

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<p>Assinei pap&eacute;is sem mesmo t&ecirc;-los lido, confiando que isto me ajudaria a destinar-se a despeito de. Ao mesmo tempo, eu tentava consolar a m&atilde;e da minha amiga, comentando que era tudo um mal entendido e que logo ser&iacute;amos liberadas'. Os policiais me deixaram fazer uma liga&ccedil;&atilde;o, ma s&oacute; tive tempo para contar ao meu namorado que eu estava presa', conta Elaine. No mesmo dia, Elaine e a idosa dominicana foram transferidas pro c&aacute;rcere de Forli.</p>

<p>Disseram-nos que se tratava de uma investiga&ccedil;&atilde;o internacional e que n&atilde;o ser&iacute;amos liberadas at&eacute; prenderem todos os membros da quadrilha', conta. Com o passar dos dias, al&eacute;m de ter suportado 'na marra' a sua claustrofobia, Elaine pediu ajuda bem como ao Consulado brasileiro. Escrevi diversas cartas contando a minha situa&ccedil;&atilde;o e explicando que eu n&atilde;o estava bem de sa&uacute;de.</p>

<p>Recebi uma &uacute;nica resposta, onde diziam que o Consulado n&atilde;o poderia meter-se em perguntas da Justi&ccedil;a italiana e, pra me socorrer, mandaram-me selos pra que eu enviasse cartas ao Brasil. Seria menos humilhante n&atilde;o ter recebido resposta alguma', diz. Pela pris&atilde;o, Elaine sentia-se constantemente intimidada. Durante todo aquele tempo fui torturada psicologicamente pelas detentas por falar-me inocente.</p>

<p>No momento em que eu passava pelo corredores elas gritavam, me amea&ccedil;avam, me chamavam de ' Ele N&atilde;o Quer Casar? '. E quando viam que eu era tratada com respeito pelas agentes penitenci&aacute;rias tornavam-se ainda mais agressivas'. Entretanto o pior era durante a noite, no momento em que algumas detentas liberavam o g&aacute;s de um nanico botij&atilde;o que t&iacute;nhamos na cela para fazer caf&eacute;, para se entorpecerem. Todas as manh&atilde;s eu acordava com dores de cabe&ccedil;a e n&aacute;useas'.</p>

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